Pai liga para filha de 5 anos e pergunta:

- Oi filha tá tudo bem com você minha linda?

A menina pergunta pra mãe que está ao seu lado:

- Mamãe, eu estou bem?

Mãe responde:

- Estou sim.

- Papai estou bem sim.

- Onde você foi ontem amor?

- Mamãe, onde eu fui ontem?

- No aniversário do seu amigo na escola.

- Pai, fui no aniversário do meu amigo da escola.

- E o que você está fazendo agora Princesa?

- Mãe, o que eu estou fazendo agora?

- Está brincando de boneca.

- Papai, estou brincando de boneca.

- Você está com saudades do papai meu amor?

- Mamãe, eu estou com saudades do meu pai?

Telefone FOI DESLIGADO!

Liliane Santi

Um convite para uma reflexão sobre o significado de paternidade e sua importância no âmbito da esfera familiar e jurídica. O despertar de uma nova consciência paterna, além, de uma história imprecionante sobre alienação parental.

O papa Francisco pediu nesta quarta-feira que os pais separados e divorciados não usem os filhos como “reféns” para chantagear o ex-cônjuge. As mãe devem seguir suas vidas respeitando o direto dos filhos de conviver com ambos os pais, a vingança e coisa de gente doente e fraca espiritualmente !

“Os filhos não são obrigados a carregar o peso da separação”, disse o líder da Igreja Católica na tradicional audiência geral na praça São Pedro, no Vaticano, que novamente teve como tema a “família”.

Em seu discurso, Francisco também comentou sobre os desafios de educar os filhos e relembrou um episódio de sua infância no qual disse um palavrão para uma professora, gesto que fez sua mãe ser convocada à escola. “Os pais não devem se excluir da educação dos filhos”, recomendou.

“É difícil educar quando se vê os filhos sozinhos à noite, quando os pais voltam para casa cansados de tanto trabalhar”, ressaltou o Papa.

Francisco afirmou que o “pacto educativo” entre família e escola foi rompido nos tempos atuais, nos quais especialistas assumiram o lugar dos pais na educação dos filhos. O Papa tem feito vários discursos sobre família, em vista do Sínodo dos Bispos que abordará o tema em outubro.

CONVIVER, É PRECISO!
"A fixação de um lapso temporal qualquer, em que a custódia física ficará com um dos pais, permite que a mesma rotina do filho seja vivenciada à luz do contato materno e paterno, além de habilitar a criança a ter uma visão tridimensional da realidade, apurada a partir da síntese dessas isoladas experiências interativas. O estabelecimento da custódia física conjunta, sujeita-se, contudo, à possibilidade prática de sua implementação, devendo ser observada as peculiaridades fáticas que envolvem pais e filho, como a localização das residências, capacidade financeira das partes, disponibilidade de tempo e rotinas do menor, além de outras circunstâncias que devem ser observadas A guarda compartilhada deve ser tida como regra, e a custódia física conjunta - sempre que possível - como sua efetiva expressão." ( REsp. n. 1251000/MG pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, sob relatoria da Ministra Nancy Andrighi, em 23 de agosto de 2011.). Assim, a guarda compartilhada, em sua essência implica em "convivência", não visitas. Os laços de afetividade alimentam-se da convivência. A guarda compartilhada com a aplicação de "vistas", à um dos genitores, nada mais é que a gurda unilateral mitigada(adoçada), em clara burla a legislação e flagrante desrespeito ao princípio da dignidade, pois tanto pais e filhos, tem o direito de conviverem, independentemente da situação conjugal dos seus genitores.

O assunto que abordo através deste artigo, é absurdamente grave. Estou me referindo a Síndrome da Alienação Parental, também conhecido pela sigla SAP. Um crime bárbaro e silencioso, que dilacera famílias e destroi infâncias. Praticado por genitores covardes e desequilibrados. As quais destroem deliberadamente sua própria família. Onde em sua mente doentia, para atingir o ex-cônjuge, transformam seus filhos nas principais vítimas dessa insanidade!

Em setembro de 2007, em meio a um processo de divórcio litigioso bastante conturbado, fui caluniado por minha ex-mulher contra minha própria filha, com apenas quatro anos e meio na ocasião. Ali eu conheci a face mais devastadora da Alienação Parental. Uma fase tenebrosa se inicia em minha existência. O que fazer? Para onde ir? Eu havia sido transportado para um mundo sem chão. 

Minha imensurável dor, compartilhada com a dor de minha família, nossa busca desesperada de ter nossa menina de volta ao seio familiar. Única filha e única neta, fez com que eu mergulhasse de corpo e alma nos livros, artigos, matérias e eventos sobre um assunto até então desconhecido por mim e conhecido por poucos.  Alienação Parental. Tornei-me então, um especialista autodidata no assunto. Minhas experiências diárias durante todos esses anos me proporcionaram uma larga expertise. 

Cansado de esperar pelo desfecho processual, embolando pelos corredores burocráticos de uma justiça incompetente, ponderei por meses a fio e resolvi me expor. Levar minha história a público e criar mais uma voz em meio a uma multidão de pais e mães vitimados pelo mesmo absurdo surreal, através de minha palestra – MINHA FILHA, MINHA VIDA.

Quem melhor estudou esse quadro foi o professor da Clínica Infantil da Universidade de Columbia e membro da Academia norte-americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente, Richard Gardner (1931-2003). Suas teorias são citadas em todo o mundo e servem de lastro para sentenças judiciais como explicação ao grave problema familiar, social e jurídico do impedimento de contato entre pais e filhos separados pelo rompimento entre casais. 
Devemos compreender a Síndrome da Alienação Parental como uma patologia jurídica caracterizada pelo exercício abusivo do direito de guarda. A vítima maior é a criança ou adolescente que vivendo uma contradição de sentimentos até chegar ao rompimento do vínculo de afeto. Através da distorção da realidade (processo de morte inventada ou implantação de falsas memórias), o filho percebe um dos pais totalmente bom e perfeito (alienador) e o outro totalmente mau. 
O guardião inicia sua estratégia de cumplicidade para obter uma aliança com o filho. Este se transforma em objeto de manipulação, mecanismo muitas vezes desencadeado já no âmbito familiar quando se avizinha a inevitável separação. As causas aparentes são apresentadas como pleito de aumento da verba alimentar ou desprezo quando o ex-companheiro inicia novo relacionamento amoroso com sinais de solidez e formação de outro núcleo familiar. O acesso ao filho é a arma de vingança. Sem o aporte de mais dinheiro ou com a constatação do envolvimento afetivo do ex-companheiro com outra pessoa, o alienador vai graduando o acesso ao menor conforme o comando de seu cérebro doente.
A principal característica desse comportamento ilícito e doentio é a lavagem cerebral no menor para que atinja uma hostilidade em relação ao pai ou mãe visitante. O menor se transforma em defensor abnegado do guardião, repetindo as mesmas palavras aprendidas do próprio discurso do alienador contra o "inimigo". O filho passa a acreditar que foi abandonado e passa a compartilhar ódios e ressentimentos com o alienador. O uso de táticas verbais e não verbais faz parte do arsenal do guardião, que apresenta comportamentos característicos em quase todas as situações. Um exemplo típico é apresentar-se no momento de visita com a criança nos braços. Este gesto de retenção comunica ao outro um pacto narcisista e incondicional de que são inseparáveis. 

 

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